
Entras na minha vida. Na minha realidade.
Estou a tanto tempo a esperar por te.
Vens por mim e eu sinto o teu silêncio.
Não digas nada. Não quero ouvir as tua voz.
Hoje não. Respiras no meu pensamento.
Venha e observa a imagem que vez de mim.
Queres fazer amor? desejo o teu corpo entre a luz.
Uma luz insuficiente. Não me apetece pensar.
Aproxima-te. É o teu dever de viver as coisas que me acontecem.
Não me beijes, ainda não... Olha no meus olhos...
Tu vez.... não podes fazer outra coisa...
O que sentes? Em todo o caso na minha mente ficaria bem no teu desespero.
Estive para sentir a tua dor. Havemos de nos desejar.
Porque?! A tanto tempo... Não me perguntes.
Agora podes amar-me. Sim, eu deixarei de falar.
Gostaria que precisasse de mim....
Sinto-me fraco na forma de não teres de me amar ainda.
Tens medo do que eu sinto? Eu sei que sim...
Eu também tenho medo...
O meu coração encostado ao teu silêncio.
Queres ver a minha loucura quando sinto o teu olhar nos meus
que eu não sei recuperar? Não sou assim tão forte, meu amor.
Há tanta coisa que tu não sabes. Faz-me impressão,
mas falo na ignorância de existir.
Não posso continuar contigo na minha presença
que já quero te amar...
Sempre desconfiei das minhas verdades...
Das minhas fraquesas...
Não te quero só como um sonho do que sinto por ti.
Deixa-me pensar como chegaremos ao prazer deste amor.
Acaricia-me no tempo...Na distancia....
Não te peço mais do que esse gesto.
É difícil olhar para trás.
Tu olhas. Estou sempre a destruir-me no que vês.
Existes tanto no que desejo, tanto,
que agora quase nada sinto do que és.
Sabes, a vida é sempre uma repetição diferente de momentos.
Podemos recomeçar...
vem enquanto desejamos vivem a nossa vida.
Agora sei que sera para sempre o nosso amor.
Estou a tanto tempo a esperar por te.
Vens por mim e eu sinto o teu silêncio.
Não digas nada. Não quero ouvir as tua voz.
Hoje não. Respiras no meu pensamento.
Venha e observa a imagem que vez de mim.
Queres fazer amor? desejo o teu corpo entre a luz.
Uma luz insuficiente. Não me apetece pensar.
Aproxima-te. É o teu dever de viver as coisas que me acontecem.
Não me beijes, ainda não... Olha no meus olhos...
Tu vez.... não podes fazer outra coisa...
O que sentes? Em todo o caso na minha mente ficaria bem no teu desespero.
Estive para sentir a tua dor. Havemos de nos desejar.
Porque?! A tanto tempo... Não me perguntes.
Agora podes amar-me. Sim, eu deixarei de falar.
Gostaria que precisasse de mim....
Sinto-me fraco na forma de não teres de me amar ainda.
Tens medo do que eu sinto? Eu sei que sim...
Eu também tenho medo...
O meu coração encostado ao teu silêncio.
Queres ver a minha loucura quando sinto o teu olhar nos meus
que eu não sei recuperar? Não sou assim tão forte, meu amor.
Há tanta coisa que tu não sabes. Faz-me impressão,
mas falo na ignorância de existir.
Não posso continuar contigo na minha presença
que já quero te amar...
Sempre desconfiei das minhas verdades...
Das minhas fraquesas...
Não te quero só como um sonho do que sinto por ti.
Deixa-me pensar como chegaremos ao prazer deste amor.
Acaricia-me no tempo...Na distancia....
Não te peço mais do que esse gesto.
É difícil olhar para trás.
Tu olhas. Estou sempre a destruir-me no que vês.
Existes tanto no que desejo, tanto,
que agora quase nada sinto do que és.
Sabes, a vida é sempre uma repetição diferente de momentos.
Podemos recomeçar...
vem enquanto desejamos vivem a nossa vida.
Agora sei que sera para sempre o nosso amor.

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