Não sei por que, mas sinto como se tudo passasse...
Sinto algo a morrer dentro de mim,
a descondensar e a evaporar, dia após dia.
Como se cada dia fosse destinado a mais uma mudança,
Como se algo não fizesse falta.
Como se simplesmente nada interessasse,
estimulasse os sentimentos já adormecidos.
Como se os montes, os ventos, os rios,
tudo ao nosso redor, já não tivesse lugar.
Como se eu tivesse afundado
num vazio cada vez mais profundo
e afastando-se do nosso mundo...
Como se em passadas lenta,
caminhasse sem saber pra onde ir.
Às vezes paro, mas sempre de cabeça baixa,
Nada quero ver, nada quero sentir...
E assim sem pensar, sigo em rumo ao desconhecido...
De repente ouço uma voz baixa:
_ Rúbia onde pensa que vai?
Olhei para traz já sentindo uma mão segurando meu braço,
depois a outra já em minha cintura, virei quase que
de encontro ao seu corpo, pode sentir seu calor,
seu hálito quente, sua respiração ofegante...
De pernas tremulas eu senti pela primeira vez
o calor de outro corpo, tentava falar, mas nada saia...
_Esta se sentindo bem, aonde vai?
Ele mi perguntava mais uma vez...
Senti sua voz rouca, mas forte e dominadora.
Foi como se algo novo estivesse criando vida dentro de mim...
Olhei ao longe e vê um novo horizonte...
Não sei por que, mas não senti medo...
Porque temer algo depois de tudo que passei...
Dias a pos dias sofrendo e chorando sem saber
o que fazer... Como se a vida tivesse
sendo tirada de mim, como se o ar a todo o momento
mi faltasse, e o chão fugisse de debaixo de meus pés.
E agora sentia uma paz ale diante daquele
garoto tão lindo, olhos brilhante, cabelos adulados,
Tão altos, lábios tão sensuais,
senti vontade de tocá-los com os dedos,
de beijá-lo...
Mas ao mesmo tempo uma vontade de correr,
de fugir... Não, não queria voltar a senti tudo outra vez...
E assim fugi mais uma vez e me fechei
dentro desse mundo vazio que se tornou
minha vida.
Sinto algo a morrer dentro de mim,
a descondensar e a evaporar, dia após dia.
Como se cada dia fosse destinado a mais uma mudança,
Como se algo não fizesse falta.
Como se simplesmente nada interessasse,
estimulasse os sentimentos já adormecidos.
Como se os montes, os ventos, os rios,
tudo ao nosso redor, já não tivesse lugar.
Como se eu tivesse afundado
num vazio cada vez mais profundo
e afastando-se do nosso mundo...
Como se em passadas lenta,
caminhasse sem saber pra onde ir.
Às vezes paro, mas sempre de cabeça baixa,
Nada quero ver, nada quero sentir...
E assim sem pensar, sigo em rumo ao desconhecido...
De repente ouço uma voz baixa:
_ Rúbia onde pensa que vai?
Olhei para traz já sentindo uma mão segurando meu braço,
depois a outra já em minha cintura, virei quase que
de encontro ao seu corpo, pode sentir seu calor,
seu hálito quente, sua respiração ofegante...
De pernas tremulas eu senti pela primeira vez
o calor de outro corpo, tentava falar, mas nada saia...
_Esta se sentindo bem, aonde vai?
Ele mi perguntava mais uma vez...
Senti sua voz rouca, mas forte e dominadora.
Foi como se algo novo estivesse criando vida dentro de mim...
Olhei ao longe e vê um novo horizonte...
Não sei por que, mas não senti medo...
Porque temer algo depois de tudo que passei...
Dias a pos dias sofrendo e chorando sem saber
o que fazer... Como se a vida tivesse
sendo tirada de mim, como se o ar a todo o momento
mi faltasse, e o chão fugisse de debaixo de meus pés.
E agora sentia uma paz ale diante daquele
garoto tão lindo, olhos brilhante, cabelos adulados,
Tão altos, lábios tão sensuais,
senti vontade de tocá-los com os dedos,
de beijá-lo...
Mas ao mesmo tempo uma vontade de correr,
de fugir... Não, não queria voltar a senti tudo outra vez...
E assim fugi mais uma vez e me fechei
dentro desse mundo vazio que se tornou
minha vida.

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